domingo, 13 de junho de 2010

Verdade

Está ficando rara a utilização desta palavra. A verdade fica preciosa quando as pessoas fingem, quando não são claras, quando dissimulam e depois não sabem mais como demonstrar para o outro que se enganou e que não era aquilo que ele queria dar a entender.

A verdade dói. Não é sempre que você quer ouvir uma coisa diferente do que deseja, mas ainda assim, no fundo é melhor você ouvir a verdade do que o silêncio. Eu ainda prefiro ouvir duramente de uma pessoa que quer apenas “A” do que o “B” e aí eu escolho se caio na onda ou se sigo adiante.

No entanto é cada vez mais simples as pessoas fingirem e fazerem teatrinhos tolos para ver no que vai dar. O pensamento deve ser esse: “Ah, não irei dizer a verdade, vou seguir desta forma e ver no que vai dar...”. Insisto em repetir, se por acaso, esteja em dúvida em exercer a verdade que você sempre a exerça.

A verdade liberta. Há coisas que não adianta você fingir, pois ainda que finja, que sorria, estará em algum lugar do seu corpo e de seus gestos a mentira para quem a puder interpretar. A dica é que falando a verdade você não perde tempo, energia e muito menos fará as pessoas desviarem-se de suas vidas pelo pouco ou pelo nada que você deseja oferecer a elas ou a uma pessoa especificamente.

A verdade te dá créditos futuros. As pessoas se lembrarão de você como aquele ou aquela que disse a verdade apesar de tudo. Você não perde noites de sono imaginando como fingir alguma coisa e nem faz as outras pessoas perderem noites de sono sem entender porque você está agindo de uma maneira estranha.

A verdade não afasta pessoas. Essa é equação é exata! A mentira é que afasta as pessoas interessantes e “do bem” que aparecem em seu caminho. Ninguém gosta de mentira e de joguinhos. Joguinhos atrapalham a vida, a evolução das coisas e das relações. Por isso, a segunda dica do dia é: “pense bem que tipo de pessoa você quer que se mantenha em sua vida”.

domingo, 6 de junho de 2010

Vontades

Nos dias de sol vou sair pela cidade
Correr entre as árvores
Colocar meus pés na grama e sentir a terra

Na corrida vou sentir o vento bater em meu rosto
Vou me deitar à grama
Vou sentir de mansinho o sol aquecendo meu corpo

Para mim este dia é como um dia de feriado
Não tenho pressa de nada
Não tenho lugar certo para ficar e sei onde eu quero estar

Vou tomar um chimarrão
Te fazer companhia
Vou sorrir para a vida

Nos dias de sol vamos trocando passos pelo caminho
Vamos dar as mãos
Vamos trocar calor

Eu cantarei uma canção
Distrairei a tua atenção
Descobrirei uma nova emoção

Nos dias de sol
Vamos perder o rumo
E descobrir a cidade

Pode ser qualquer dia
Qualquer hora
Qualquer estação

Nos dias de sol
Dias de chuva
Dias nublados
Qualquer hora do dia...

A cidade nos espera
As estações nos abraçam
O universo conspira.